quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017


Feliz...Mantenho minha mente limpa
de qualquer pensamento menos digno.
Conservo a serenidade e a paz como
base da felicidade do meu amor pela vida.
Meu espírito se enriquece com aquilo que recebe
Meu coração com aquilo que dá.


...não procuro a felicidade dentro de outro ser e sim dentro 

do meu próprio coração.(Bandys)

5 comentários:

Elisabete disse...

A felicidade sai de nós próprios, tem que partir de nós. Concordo.
Bjs

Maria Rodrigues disse...

Que palavras lindas e sentidas.
Beijinhos
Maria

Ana Bailune disse...

Inteligente!
Boa semana!

Daniel Costa disse...

Bandys
Poema pequeno, mas de gosto requintado o que o torna grande.
Beijos

Daniel Costa disse...

Bandys

O Rio da Janeiro já passou a 23/06/2016.

CRIAÇÃO CIDADE DO RIO DE JANEIRO

O litoral do actual, estado do Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara foi descoberto pelo explorador português Gaspar de Lemos a 1 de Janeiro de 1502.
Em 1 de Novembro de 1555, os franceses capitaneados por Nicolas Durand de Villegagnon, vieram a apossar-se da maravilhosa Baía e estabeleceram uma colónia na ilha de Sergipe, actual ilha de Villegagnon.
Ali ergueram o Forte Coligny.
Entretanto, consolidavam alianças com os povos tamoios, também conhecidos por tupinambás, que ocupavam o redor da Baia de Guanabara.
Foi com o auxílio dos temiminós, rivais daqueles, que os portugueses atacaram e destruíram a colónia francesa em 1560.
Persistindo os franceses na região, os portugueses, comandados por Estácio de Sá, acompanhados por um grupo de fundadores como, D. António Mariz, desembarcaram num istmo entre o Morro Cara de Cão e o Morro Pão de Açúcar e fundaram a Cidade de “São Sebastião do Rio de Janeiro”, a 1 de Março de 1565.
Logo que foram tomando conta do território, numa pequena praia protegida pelo Morro Pão de Açúcar, edificaram uma fortificação, o embrião da Fortaleza de São João.
Devido às dificuldades da colonização, só apenas em 1565 com reforços da Capitania de São Vicente conseguiu reunir uma força de ataque, com o auxílio dos jesuítas, para cumprir a sua missão.
A definitiva expulsão dos franceses acabou por se dar só em 1567, com a subjugação dos remanescentes elementos franceses, os quais aliados aos tamoios, se dedicavam ao comércio, ameaçando o domínio português na costa do Brasil.
Foi assim que Estácio de Sá, fundou a cidade do Rio de Janeiro, tornando-se o seu primeiro Governador-Geral.
Durante a maior parte do século XVII a cidade foi tendo desenvolvimento lento. Na segunda metade do mesmo século, o Rio de Janeiro, tornou-se a cidade mais populosa do Brasil, o que lhe deu importância a estratégica fundamental para o domínio do território colonial.
No século XVI a pecuária e a lavoura da cana do açúcar iam impulsionando o progresso, definitivamente, assegurando-o, quando o porto começou a exportar ouro extraído em Minas Gerais, no século XVII, entre 1583 e 1623.
A maior área destacada da produção da cana-de-açúcar do sul, do Brasil, deslocara-se de São Vicente, para o Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara.
Em 1640 havia ali 60 engenhos de produção, em 1639, 110 e no final do século 120.
Então o Rio de Janeiro passou a fornecer o açúcar a Lisboa, devido à tomada de Pernambuco pelos holandeses.
A importância que se acentuou, no século XVIII com as jazidas de ouro de Minas Gerais. A proximidade tornou a consolidação daquela cidade como grande centro portuário e económico.
Foi assim que em 1763, o Marquês de Pombal, Primeiro - Ministro do rei D. José I, transferiu a capital do Brasil colonial, de Salvador para o Rio de Janeiro.
Face a estes pressupostos, Teodósio de Mello, perorando, em pensamento, sobre todas estas ocorrências, não deixava de ter em conta a moderna sociologia, sobretudo, a de Augusto Comte.
Em verdade, a história das colonizações têm a componente sociológica, que bem pode ser aplicada ao seu estudo actual, sempre em aberto em certas variáveis.
No sistema hereditário, o actual estado do Rio de Janeiro, era então compreendido entre as Capitanias de São Tomé e São Vicente.

Daniel Costa